Segunda-feira, Julho 23, 2007
rimas, rumos
tenho nos dedos um quê
de poesia livre
um quê
de poesia triste
fumantes eternas
do último cigarro
minhas palavras têm liberdade
minhas liberdades têm palavras
correm insones por minhas ruas
estes tantos papéis
não freiam
não desaceleram
imploram ferventes
por um sim
vez em quando loucas,
algumas poucas
colidem
e se
des
pe
da
çam
aqui dentro de mim
posted by CAMILA LORDELO |
5:42 PM
com aspas:
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